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População desconfia e censo atrasa

Publicado em 01/08/2007 às 00:00 - Atualizado em 10/06/2015 às 14:45

O prazo final para a conclusão da coleta de dados dos Censos 2007 terminou ontem. Percalços durante o processo, que teve início no dia 16 de abril, impediram Santa Catarina de finalizar totalmente o trabalho. A expectativa da unidade estadual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é concluir esta etapa até o fim desta semana.

Além de problemas naturais como chuvas e as dificuldades de acesso a algumas localidades, o Estado enfrentou a falta de pessoal, a resistência à mudança tecnológica - provocada pela introdução de computadores de mão, equipados com Global Position System (GPS) - e as falhas na comunicação de dados.

Este último ponto é indicado por Maurício Batista, chefe da unidade estadual do IBGE em Santa Catarina, como o principal empecilho enfrentado pelos recenseadores.

Na região de Joaçaba, afirmou, foram necessários 60 dias para que os dados pudessem ser baixados e transmitidos para a sede, no Rio de Janeiro. Mesmo diante de todas as dificuldades, até o fim da tarde de ontem, mais de 90% do trabalho havia sido concluído.

Em cerca de 200 municípios, o trabalho estava totalmente finalizado. A expectativa era de que estes números fossem computados à noite, com a continuidade do repasse de dados.

Informações serão repassadas ao TCU em 31 de agosto

Nas próximas duas semanas, o objetivo é concluir a aplicação dos questionários nos domicílios fechados (onde, em diversas tentativas, não havia ninguém em casa) e realizar a supervisão e a verificação dos dados. Todo este processo deve ser finalizado antes do dia 31 de agosto, data em que a sede do IBGE repassará os dados ao Tribunal de Contas da União (TCU). Na ocasião, deverá ser divulgado o número de habitantes por cidade. Depois disto, os municípios terão 20 dias para questionar as informações.

No Estado, a etapa de coletas poderia ter sido concluída dentro do prazo, caso o número de recenseadores chegasse aos 3,2 mil, tido como ideal.

A falta de pessoal, explicou Batista, ocorreu, principalmente, em regiões industrializadas, onde há pouca oferta de mão-de-obra. O trabalho iniciou com 1,8 mil pessoas e chegou ao ápice de 3 mil. Atualmente, cerca de mil ainda estão em atividade.

Fonte: Diário Catarinense
Matéria: Taís Shigeoka - (
tais.shigeoka@diario.com.br )


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